sábado, 21 de fevereiro de 2009

TEATRO DA VIDA

A arte imita a vida, ou a vida imita a arte?

Será que somos nós mesmos?

Ou nós somos personagens que atuam em nossas vidas?

Quantos personagens somos capazes de representar em nossas vidas?

Qual personagem queremos representar?

Como representar, os personagens em nossas vidas se não temos um roteiro?

Será preciso um roteiro para sermos quem somos?

Quais são as regras a serem respeitadas?

Será que podemos escolher, que personagem queremos interpretar?

Ou deixamos a vida decidir, o que representaremos?

Será que podemos decidir se somos atores principais, coadjuvantes ou menores espectadores?

Qual será a melhor forma de atuarmos em nossas vidas?

Será que sabemos interagir com os outros atores, que fazem parte da nossa vida?

Qual será a melhor forma de improvisar?

Será que sabemos quando devemos sair de sena?

E será possível representar apenas um personagem?

Ou será que representamos personagens diferentes dependendo da pessoa com quem atuamos?

Não sei ainda qual personagem quero interpretar na minha vida, mas sei que vou descobrir.

Hoje represento a personagem que a vida me proporcionou.

Um dia vou representar um personagem.

Ela irá se formar de acordo com minhas escolhas, decisões, atitudes, meus sonhos, desejos e com quais atores eu interagir.

(Escrito em 07/10/2008)

Anexo escrito em 22/02/2009

Hoje participo da peça que escolhi.

Sou a personagem que quero ser. Atuo com os personagens que quero atuar, que por sinal são maravilhosos.

E o cenário é o ideal, tudo de bom.

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